Crime
Procurei-te... Vi-te em esquinas que não existiam, ouvi a tua voz por entre o silêncio cortante, senti o teu cheiro e a tua presença em alturas em que eu mal estava lá.
Saí de casa e corri por aí! As lágrimas e a respiração ofegante incomodaram-me e consumiram-me mas a minha força era maior do que qualquer coisa e isso não me deixava parar! Num passo acelerado virei ruas, invadi cafés e casas alheias e nada de ti! Nem um rasto, uma pista, talvez uma mensagem que me fizesse continuar, mas não... Deixaste-me ali, ao relento, sem rumo.
Onde pararia eu agora? Perdi-me na cidade, na multidão procurando por um fantasma... Porque és nada mais que um fantasma que me assombra! A tristeza pesou-me nas minhas costas frágeis.
Caí. Caí no meio da praça, feri os joelhos, os meus tornozelos falharam-me, não aguentei mais com o peso da vergonha e caí. Chorei ali, no chão, sob um calor infernal e nem uma brisa passava a meu redor! Tudo se esvaziou de repente! Já não havia rua, sol, pessoas, barulho.
Era talvez um paraíso, um paraíso de desilusão... Tentei levantar-me mas ainda sentia um peso sobre mim. Acabei por me deitar, pousar a cabeça levemente no chão e, afagando-a com as mãos, fechei os olhos e esperei que as lágrimas secassem para poder falar.
Era sim um porgatório para os crimes de amor...
Saí de casa e corri por aí! As lágrimas e a respiração ofegante incomodaram-me e consumiram-me mas a minha força era maior do que qualquer coisa e isso não me deixava parar! Num passo acelerado virei ruas, invadi cafés e casas alheias e nada de ti! Nem um rasto, uma pista, talvez uma mensagem que me fizesse continuar, mas não... Deixaste-me ali, ao relento, sem rumo.
Onde pararia eu agora? Perdi-me na cidade, na multidão procurando por um fantasma... Porque és nada mais que um fantasma que me assombra! A tristeza pesou-me nas minhas costas frágeis.
Caí. Caí no meio da praça, feri os joelhos, os meus tornozelos falharam-me, não aguentei mais com o peso da vergonha e caí. Chorei ali, no chão, sob um calor infernal e nem uma brisa passava a meu redor! Tudo se esvaziou de repente! Já não havia rua, sol, pessoas, barulho.
Era talvez um paraíso, um paraíso de desilusão... Tentei levantar-me mas ainda sentia um peso sobre mim. Acabei por me deitar, pousar a cabeça levemente no chão e, afagando-a com as mãos, fechei os olhos e esperei que as lágrimas secassem para poder falar.
Era sim um porgatório para os crimes de amor...
Bailarina *** <3


1 Comments:
At 5:50 PM,
m. said…
Crimes de amor ?
Quantos e' que ja' nao cometemos ? *-/
Adorei adorei =D
Vemo-nos nas aulinhas minha bananinha predilecta =')))
Beijo @
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