Vida morta...
Por vezes, quando o dia nao anda, o ar nao corre e o sol nao alimenta ninguem, fico simplesmente parada no meu quarto a olhar para algo, imaginando ruas que nunca saberei onde irão parar..
fixo a minha imagem num sitio vazio, indefinido, mas continuo sempre sob um céu que nunca saberei onde irá acabar..
vejo-me agora num beco sem saída, consumida por pensamentos que nunca saberei onde me irão levar..
às vezes sinto-me no chão, calcada por ressentimentos, doenças, tristezas mal curadas, mas instisto.. e ando.. ando e guio-me por estes pés que nunca saberei quando se irão cansar..
noutros momentos, sinto-me somente uma ferida... como se um rasgo no meu coraçao inundasse-me de tristeza e solidao! quanto mais tropeço em pessoas, quanto mais me enclausuro nas multidoes, mais sozinha me sinto e fico para sempre assombrada por cicatrizes e feridas que nunca saberei quando irão sarar..
Mas a vida não sao vazios, nem becos, nem multidoes.. sao ruas de desespero, pensamentos de saudade e feridas de tanto aguentar... se a vida é tão pouco, porquê passar por tanto?
Por vezes, quando o dia nao anda, o ar nao corre e o sol nao alimenta ninguem, fico simplesmente a olhar-me, serena, com a esperança que, quando tudo termirar, o dia finalmente ande, o ar corra veloz e o sol fertilize vidas que precisam de tudo menos deste mundo...
fixo a minha imagem num sitio vazio, indefinido, mas continuo sempre sob um céu que nunca saberei onde irá acabar..
vejo-me agora num beco sem saída, consumida por pensamentos que nunca saberei onde me irão levar..
às vezes sinto-me no chão, calcada por ressentimentos, doenças, tristezas mal curadas, mas instisto.. e ando.. ando e guio-me por estes pés que nunca saberei quando se irão cansar..
noutros momentos, sinto-me somente uma ferida... como se um rasgo no meu coraçao inundasse-me de tristeza e solidao! quanto mais tropeço em pessoas, quanto mais me enclausuro nas multidoes, mais sozinha me sinto e fico para sempre assombrada por cicatrizes e feridas que nunca saberei quando irão sarar..
Mas a vida não sao vazios, nem becos, nem multidoes.. sao ruas de desespero, pensamentos de saudade e feridas de tanto aguentar... se a vida é tão pouco, porquê passar por tanto?
Por vezes, quando o dia nao anda, o ar nao corre e o sol nao alimenta ninguem, fico simplesmente a olhar-me, serena, com a esperança que, quando tudo termirar, o dia finalmente ande, o ar corra veloz e o sol fertilize vidas que precisam de tudo menos deste mundo...


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